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Fotos:   Fausto Roim

Moringa da Paz é capa da Revista Vegane

Edição deste mês da revista conta com uma entrevista exclusiva com Alê Olív, fundador e presidente da Moringa da Paz

 

Por Paloma Amorim - Moringa da Paz

 

No intuito de compartilhar os valores e projetos da Moringa da Paz a cada vez mais pessoas, fomos capa da revista Vegane deste mês, a primeira publicação impressa sobre veganismo do Brasil.

 

A Vegane trata-se de um projeto que tem  a proposta de trazer informação de qualidade para difundir o veganismo e esclarecer questões importantes dessa causa. Seus colunistas, colaboradores e equipe ativista produzem um conteúdo relevante e variado, abordando diversos temas: ativismo, direitos dos animais, filosofia, histórias de resgates, educação, santuários, moda sem crueldade, espiritualidade, arte, gastronomia, música, consumo consciente e muito mais.

 

Essa edição (nº 7, ano 2) - que teve como tema principal meio ambiente, devido ao crime ambiental em Brumadinho - conta com a reportagem de quatro páginas, feita por nós, intitulada "Empreendendo por um mundo melhor", em que Alê Olív, fundador e presidente da Moringa da Paz, por meio de entrevista exclusiva, conta um pouco da sua trajetória pessoal e como busca trazer os valores do veganismo para a Moringa da Paz, tanto na confecção dos produtos, quanto na conscientização de seus colaboradores em prol de um estilo de vida vegano e saudável, que respeita a todos.

 

Além da capa e matéria jornalística, também estamos na quarta capa, com um anúncio inédito, destacando nossos selos de certificações e o fato de termos a única embalagem de sachê de moringa em braile do mundo, para atender a mais de um milhão de cegos e a cerca de cinco milhões de brasileiros com baixa visão.

 

Foi uma honra para nós sairmos nesta edição em específico da revista, pois a Moringa da Paz, além de difundir os valores do veganismo, também é uma empresa que busca a conscientização ambiental. Faz parte da nossa missão lutar pelo meio ambiente e pela preservação das nossas riquezas naturais, pois sabemos que é uma forma de preservar a vida de todos aqueles que habitam a terra - seja homem, animal ou natureza - e promover a paz na terra, nosso objetivo máximo.

 

Confira abaixo capa, contracapa e o texto da reportagem na íntegra:

 

 163 anos em 5: Empreendendo por um mundo melhor

Por Paloma Amorim – Moringa da Paz

 

Vegano há 6 anos e vegetariano há mais de 15, Alê Olív trabalha no comércio empresarial desde os sete anos de idade. Fundador e presidente da Moringa da Paz – atual líder em distribuição de produtos à base de Moringa oleifera do Brasil; Alê conta um pouco da sua trajetória pessoal e como ele busca trazer os valores do veganismo e da alimentação saudável para o seu negócio, tanto na confecção de seus produtos – orgânicos, veganos e sem glúten; quanto na conscientização de seus colaboradores em prol de um estilo de vida vegano e saudável, que respeita a todos os seres que habitam a terra.

 

Por que você decidiu tornar-se vegano?

Por meio do autoconhecimento, que entrou na minha vida cerca de vinte anos atrás. Dentro da gama de terapias que fiz, haviam os ensinamentos do vegetarianismo, do não consumo de álcool, cigarro e outras drogas. Com 25 anos, eu me formei em mestre reikiano, que foi quando me tornei vegetariano.

Eu me tornei vegano, de fato, aos 35 anos, após um retiro espiritual intenso que visava a desintoxição orgânica e a reconexão com o eu interior.

O retiro foi um divisor de águas não só entre o vegetarianismo e o veganismo na minha vida, mas entre tudo o que já tinha feito, iniciando outra parte da minha história. Houve um Alê até os 35 anos de idade - estudando, silenciando e meditando - e outro, após os 35, preparado para trabalhar em prol dos animais e do ser humano.

 

Como começou sua história com a Moringa da Paz?

Eu conheci a Moringa oleifera (uma planta milenar, de origem asiática e presente no Brasil desde meados do século XIX) em 2013, enquanto procurava uma alternativa para substituir milho, soja e trigo – que hoje em dia são, em sua maioria, transgênicos. Comecei a trabalhar de forma tímida com a planta, no final do mesmo ano, produzindo o chá em folhas, dando os primeiros passos da empresa.

A história da Moringa da Paz foi permeada pelo veganismo desde o início, uma vez que nossa cultura é saudável, vegana e orgânica e nossos produtos de Moringa oleifera – sob as formas de chá em folhas, chá em sachê, pó das folhas e cápsulas – substituem carnes e derivados. Mesmo estando presente no Brasil desde os anos 1850, ela ainda é novidade para muitos,  não sendo à toa que fomos um dos pioneiros em sua comercialização voltada à alimentação humana e abraçamos a responsabilidade de disseminar o conhecimento sobre essa planta tão rica e completa, que possui 92 nutrientes, 47 antioxidantes, 36 anti-inflamatórios e 18 aminoácidos em sua composição.

Para dar embasamento científico à Moringa oleifera, trouxemos a primeira literatura em português sobre a planta, a obra “Moringa oleifera: mágica, mito ou milagre”, de Howard Fisher, médico oncologista canadense, especialista em nutrição e em medicina antienvelhecimento. O livro, que é um compilado de vários estudos, conta com a colaboração de outros 14 especialistas de diversas partes do mundo e foca nos benefícios da Moringa oleifera sobre a saúde.

 

Como foi sua transição do vegetarianismo para o veganismo?

Os obstáculos para mim, que já enfrentei vários em busca do autoconhecimento, não foram tão difíceis de ultrapassar. Por exemplo, ao chegar à casa de alguém, eu, que além de vegano, não tomo café, já chego pedindo água ou um suco, só para a pessoa ter o gostinho de me servir algo. Pois sei que o ato de servir café é cultural e simbólico.

Quando estou na rua e preciso me alimentar, já me antecipo, imaginando o que terá no local. “Terá um pão na chapa com azeite, suco de laranja, limonada, banana, abacate (que dá para amassar e fazer pasta), arroz e feijão?”, penso. Há uma série de alimentos coringas que terão em praticamente todo lugar. Na capital paulista, onde resido, sempre tem gente vendendo salada de frutas. Quando não tem opção vegana por perto e estou sem tempo, eu como duas saladas e fico bem para encarar uma reunião de negócios, por exemplo.

Lembro-me de uma vez em que fui a um restaurante renomado e o maître perguntou: – “Queijo pode?” Eu sempre procuro pensar: "Tudo posso, mas será que tudo me convém?". Veganismo não se trata de proibição, mas de escolha consciente. Você não come algo de origem animal porque não pode, mas porque você escolheu não comer. É importante passar para os outros essa diferença que é crucial. No fim, é tudo questão de consciência, mudança de hábitos e adaptação.

 

Sua empresa, a Moringa da Paz, segue princípios do movimento vegano. Como você promove o veganismo no dia a dia do seu negócio?

Nós, da Moringa Paz, procuramos transmitir para nossos colaboradores uma visão de mundo pautada no autoconhecimento, na prosperidade em todos os âmbitos – por isso pregamos o não consumo de álcool, cigarro e de outras drogas; e no respeito ao planeta e a tudo que ele envolve. Um dos principais valores que prezamos e disseminamos é justamente o veganismo, por meio do incentivo a uma alimentação sem nada de origem animal, saudável e orgânica.

Qualquer pessoa, antes de entrar na Moringa da Paz, assiste a dez documentários com temas variados, que abordam sobre veganismo, saúde, uso de agrotóxicos e efeitos do álcool e do cigarro. Com os filmes focados no movimento vegano, temos o objetivo de fazer com que a pessoa tenha consciência da crueldade a qual os animais estão sujeitos e entenda a importância da adoção de um estilo de vida dentro da filosofia vegana.

Estão na nossa lista os filmes: Food, Inc. (2008), de Robert Kenner; Muito Além do Peso (2012), de Estela Renner; Cowspiracy: O Segredo da Sustentabilidade (2014) e What The Health? (2017), ambos de  Kip Andersen e Keegan Kuhn – uma nova versão do primeiro estreou mundialmente na Netflix em 2015, contando com Leonardo DiCaprio como produtor-executivo; Terráqueos (2005), de Shaun Monson – com narração de Joaquim Phoenix; Dominion (2018), de Chris Delforce; O Veneno Está na Mesa (2011) e O Veneno Está na Mesa II (2014), ambos de Silvio Tendler; Vício S/A (2014) – que destaca a dependência que o cigarro causa no cérebro; e Sob o Efeito de Álcool (Drugged) (2013).

Além da sugestão de filmes, a empresa tem parceria com um restaurante vegano em que seus colaboradores podem almoçar à vontade. Também falamos sobre o assunto durante os treinamentos que damos nas lojas que revendem nossos produtos - são mais de 1200 pontos de venda por todo o Brasil. Como a maioria dos vendedores sequer ouviu o termo veganismo antes, é uma grande oportunidade para falar de forma com que eles entendam e reflitam sobre seus hábitos.

 

Qual a missão, visão e valores que norteiam a Moringa da Paz?

Nosso objetivo é ser a empresa número um de Moringa oleifera, sempre com integridade, credibilidade e transparência com relação ao nosso produto e no relacionamento com nossos colaboradores e clientes, para conseguirmos realizar o máximo de doações de produtos para o maior número de pessoas.

Assim, acreditamos que estaremos mais próximos de cumprir com a nossa missão de nutrir o mundo e promover a paz. Pode parecer utópico, mas se começarmos por nós mesmos, depois partindo para quem está ao nosso redor – como uma espécie de corrente do bem, de incentivo à alimentação e a hábitos conscientes; a mudança poderá atingir a todos. Por mais que soe clichê, temos que nos esforçar para sermos a mudança que queremos ver no mundo.

 

Você acha que ainda estamos muito longe da paz mundial? O que cada um de nós pode fazer para estarmos mais próximos dela?

O fato do planeta matar uma quantidade descomunal de animais diariamente é um alerta de que as coisas estão ruins. Nossa empresa, que busca e trabalha pela paz, tem consciência de que ela está muito distante de ser alcançada, se continuarmos matando e explorando dessa forma sob o pretexto “de comer”. Acreditamos que a mudança começa na alimentação e no cuidado com a saúde, visto que as pessoas estão cada vez mais preocupadas e os números não são nada favoráveis. Cerca de 70% das doenças principais do século 21 – como obesidade, depressão, diabetes, hipertensão etc; são causadas e pioradas por má alimentação e consumo de derivados animais (carnes, ovos e leite). Essa alimentação desregrada prejudica não só as pessoas, mas os animais, o meio ambiente e o planeta em si.

Buscamos trazer essa reflexão para dentro da Moringa da Paz e posicionar nosso produto como uma alternativa acessível e revolucionária no combate a esse caos. Com informação, acreditamos ser capazes de chegar à conscientização e, posteriormente, à manifestação do amor e da paz, que é a verdadeira essência do ser humano.

 

Quais as metas deste ano para a Moringa da Paz?

Nossa meta principal é aumentar a disponiblidade de matéria-prima para o consequente aumento de produção de Moringa oleifera nas fazendas de nossos parceiros. Até o meio deste ano, pretendemos chegar a um milhão de pés da planta para atender às crescentes demandas internas e externas do produto, visto que, até o mês de dezembro, pretendemos começar as exportações em larga escala.

 

Quais seus projetos futuros, para além da Moringa da Paz?

Temos três principais projetos em mente: o “Super Vegan Paz”, a “Alê Olív Saúde” e a “Fundação Movimento Missão Humana”, nessa ordem. O primeiro deles, previsto para dezembro de 2020, o "Super Vegan Paz", é um supermercado vegano que contará com mais de 5 mil produtos, entre nacionais e importados – sendo cerca de 300 da Moringa da Paz. Será um estabelecimento aos moldes de um mercado express – maior que uma loja de produto natural e menor que um grande hipermercado.

Já a "Alê Olív Saúde" trata-se de uma franquia fast-food vegana prevista para dezembro de 2021. Será a primeira à base de Moringa oleifera, vendendo lanches, doces e sucos feitos com esse superalimento.  A iniciativa visa proporcionar uma nova opção consciente e saudável às pessoas. Ao entrarem no estabelecimento e consumirem seus produtos, sairão dele melhores e mais nutridas.

Por último, e o mais complexo de todos, é a "Fundação Movimento Missão Humana", que consiste em um grande projeto social com previsão para 2028, para o qual buscaremos apoio da ONU, do Banco Mundial e de outras entidades voltadas ao terceiro setor. A Fundação contará com um mega complexo de mais de um milhão de metros quadrados para atender animais, plantas e a vida humana em todas as suas fases – gestante, bebê, criança, jovem, adulto e terceira idade; nos aspectos físicos, emocionais e em relação à consciência e ao autoconhecimento, materializando, assim, nossa missão primordial de ajudar pessoas na terra.

 

Revista Vegane

 

Site: https://www.revistavegane.com/inicio

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