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Fotos:   Fausto Roim

A Moringa da Paz apoia o Setembro Amarelo

Alimentação, corpo e mente saudáveis

 

 

Você sabe o que é o Setembro Amarelo? É o mês de prevenção ao suicídio e à favor da vida. Existente desde 2015, a campanha foi criada pelo Centro de Valorização da Vida (CVV) e procura conscientizar a população acerca dessa realidade que cresce ano após ano mundo a fora e, mesmo assim, é tão pouco discutida pela sociedade por ser considerado um assunto tabu. Tabu esse que deve ser quebrado urgentemente.

 

Estima-se que uma pessoa suicida-se a cada 40 segundos no mundo, sendo a segunda causa mais comum de morte entre jovens de 15 a 19 anos. Aqui no Brasil, 17% da população já pensou seriamente em suicídio e cerca de 5% já planejou de fato acabar com a própria vida. Se não falar sobre ele o evitasse, esses números certamente não seriam tão alarmantes.

 

O suicídio trata-se de uma questão de saúde pública, que não deve ser encarada sob o viés espiritual ou visto como fraqueza de caráter ou "frescura". É um problema que muitas vezes poderia ser evitado com ajuda psicológica, uma vez que a maioria dos casos estão ligados a doenças mentais, como depressão e ansiedade, em suas formas mais agravadas.

 

Mais de 60% das pessoas que morrem por suicídio não buscam ajuda porque muitas vezes nem sabem que necessitam de tratamento. Por isso a divulgação de informação especializada sobre o assunto e o incentivo ao diálogo se fazem tão importantes.

 

Pessoas com pensamentos suicidas precisam saber que não estão sozinhas, que há meios para tratar suas doenças e que a morte realmente não é a solução para acabar com a dor, enquanto o restante da sociedade precisa conscientizar-se a respeito do assunto de modo a evitar a minimização e banalização das doenças psicológicas, que são tão danosas quanto as físicas.

 

Se você pensa em tirar sua vida ou conhece alguém que esteja nessa situação, saiba que o CVV (Centro de Valorização da Vida) está disposto a te ajudar. Basta ligar para 188 ou 141 (no caso dos estados do Maranhão, Paraná, Pará e Bahia).

 

A Moringa da Paz, tendo como uma de suas missões proporcionar qualidade de vida e ajudar as pessoas na terra, não ficaria de fora dessa grande campanha que é o Setembro Amarelo. Como contribuição à causa, seguem abaixo uma série de conteúdos sobre o tema, de modo a fomentar o diálogo sobre esse assunto tão sério e urgente e a evitar a morte de pessoas que merecem viver.

 

 

Você sabe o que é suicídio?

 

É um ato complexo em que a pessoa não necessariamente quer acabar com a própria vida, mas com a dor pela qual ela está passando. Ela acredita que o único jeito de parar o sofrimento é deixando de viver.

 

Essa dor pode ser causada por vários fatores: depressão, ansiedade, medo, humilhação, abusos, bullying (principalmente em relação a adolescentes).

 

Normalmente é algo planejado e as pessoas dão sinais antes de colocá-lo em prática. Saber reconhecê-los e dar apoio podem evitar tentativas e ajudar a superar a dor.

 

 

Quais os fatores de risco para o suicídio? O que aumenta as chances de alguém pensar em se matar?

  • Transtornos mentais (depressão);

  • Abuso de substâncias,

  • Histórico na família;

  • Isolamento social e familiar;

  • Desemprego;

  • Divórcio;

  • Estresse contínuo.

 

A Moringa da Paz no tratamento da depressão

 

A depressão, cujos principais sintomas envolvem ansiedade, estresse, insônia e falta de apetite, é uma doença grave que requer tratamento médico e psicológico, podendo, inclusive, levar ao suicídio, nos casos mais graves.  Do ponto de vista físico, ela é causada por um desequilíbrio hormonal no cérebro.

 

A Moringa da Paz, dentre seus inúmeros componentes, conta com aminoácidos essenciais (fenilalanina e triptofano) e ácidos graxos (ômega 3) que auxiliam  no equilíbrio do cérebro.

 

A fenilalanina é transformada pelo corpo em tirosina, outro aminoácido necessário à fabricação de neurotransmissores, como a norepinefrina, que afeta o humor  e cuja ausência está ligada à depressão. Enquanto o triptofano ajuda na produção de serotonina que, juntamente com endorfina, dopamina e ocitoxina, compõe o quarteto de "hormônios da felicidade", amenizando a insônia, reduzindo a ansiedade e ajudando da depressão. Já a falta de ômega 3 (que está associado ao desenvolvimento e funcionamento cerebral) pode propiciar a depressão.

 

A Moringa oleifera, que é a planta base de todos os produtos Moringa da Paz, já era utilizada para aliviar a depressão há milênios, por meio da medicina tradicional indiana, a Ayurveda.

 

Além de fatores internos, fatores externos como alimentação e uso de drogas também podem contribuir para a depressão. Por isso é importante mantermos hábitos de vida saudáveis e equilibrados, sempre associando a prática de atividades físicas a uma dieta rica e balanceada. E, mais uma vez, a Moringa da Paz tem um papel muito importante nisso, graças à sua infinidade de nutrientes, antioxidantes, anti-inflamatórios e aminoácidos essenciais ao bom funcionamento do nosso corpo que colocam a planta na categoria de superalimento, sendo recomendada por entidades internacionais, como ONU e OMS, além de estudada por universidades Brasil a fora.

 

 

Como pedir ajuda?

 

Se você tem pensamentos suicidas, peça ajuda! Fale com alguém próximo, conte o que se passa na sua cabeça. Falar faz toda a diferença.

 

Se você não tem com quem conversar, ligue para o 188 ou 141 e converse com um dos voluntários do CVV* (Centro de Valorização da Vida), que estarão lá por você e entendem pelo que você está passando.

 

Além do telefone, você tem a opção de atendimento por chat e e-mail disponíveis no site ou pode dirigir-se a um dos postos de atendimento - clique aqui para verificar o mais próximo da sua residência.

 

*o CVV trata-se de uma organização filantrópica existente desde a década de 60 que visa dar apoio emocional a quem precisa.

 

 

O que não fazer se alguém próximo tem pensamentos suicidas?

 

Se você perceber que alguém próximo está tentando se matar ou ela mesma te contar, não faça nenhumas das coisas a seguir:

  • Julgar: você não sabe pelo que ela está passando. Tente não decepcioná-la. Dizer que ela é fraca ou covarde não ajuda e nem é verdade.

  • Banalizar/Diminuir a dor alheia: cada um sente as coisas de formas diferentes e se alguém está se sentindo mal a ponto de querer se matar é porque é sério.

  • Dar opinião:  dizer que "é falta de Deus" ou que "quer chamar atenção" só piora a situação.

  • Brigar/Culpar:  ninguém escolhe ter pensamentos suicidas, eles são sintomas de depressão e de outras doenças psicológicas. Fazer a pessoa sentir-se culpada só piora.

  • Frase pronta de incentivo: Dizer para "pensar positivo" ou que "a vida é boa" não ajuda, faz pessoa sentir-se ainda pior por não conseguir melhorar, achando que a culpa é dela.

 

Como ajudar?   

  

Caso perceba sinais ou alguém venha lhe dizer, há coisas que você pode fazer para ajudar:

 

- Escute: em um lugar apropriado, escute o que ela tem a dizer. Ela precisa saber que você está lá para ouvi-la e apoiá-la e que ela não está sozinha (não é o momento de oferecer soluções práticas).

 

- Incentive-a a buscar ajuda profissional: abrir-se com pessoa próxima é um primeiro passo importante, mas precisa de ajuda profissional para começar o tratamento.

 

- Mantenha o contato: fique por perto da pessoa, acompanhe-a. Esteja lá para ela e a apoie em seu tratamento.

 

- Contate a emergência, busque atendimento e  fale com familiar (se achar que pessoa irá se machucar no momento).

 

 

Sinais de alerta

 

Dizer que pessoas suicidas não dão sinais é um mito. Saber detectar esses avisos pode ser a diferença entre a vida e a morte. Esses sinais não são chantagens, se algum deles aparecer e sua frequência aumentar, seja compreensivo e incentive a buscar ajuda profissional.

 

- Preocupação com a própria morte: visão negativa em escrita, fala ou desenhos de forma repentina.

 

- Comentários suicidas: "vou sumir", "queria nunca mais acordar", "vou deixar todo mundo em paz", "não dá para mudar, só quero me matar".

 

- Isolamento: não atender telefone, cancelar eventos e atividades, mesmo aqueles que gostava de fazer e mesmo que pessoa seja introvertida. Se isso surge de repente, preste atenção!

 

- Desfazer-se de objetos pessoais: quando alguém está perto de se matar, ela pode dar de presente vários objetos de valor. Se algum amigo depressivo resolve lhe dar de repente uma coleção de livros, videogame ou outra coisa, fale com ela, ajude-a, incentive-a a falar com profissionais e, se preciso, fale você mesmo, além de comunicar a família.

 

- Tranquilidade repentina: se alguém com depressão severa de repente parece muito feliz, pode ser um sinal de que ela vai seguir com o plano de se matar. A sensação de que seus problemas vão acabar pode deixá-la leve. Este é um sinal alarmante.

 

 

Mitos sobre suicídio

 

Há mitos que atrapalham os profissionais de saúde e aumentam o risco de pessoas ficarem sem ajuda. Precisamos evitá-los!

 

- Quem se suicida é fraco: esse é um dos mitos mais problemáticos, porque ajuda na ideia errada de que doenças psicológicas não são doenças. O suicida sofre muito e não consegue enxergar esperanças. Não tem a ver com fraqueza e dizer isso só piora.

 

- Não devemos falar de suicídio: muito pelo contrário. Falar é o ideal. Conversar com alguém que tem pensamentos suicidas abre espaço para diálogo e troca de informações que fazem toda a diferença  podem salvar uma vida.

 

- Não há como impedir: há sim, em qualquer momento. Mesmo que decisão já tenha sido tomada. Sempre existe tratamento possível para aliviar o sofrimento.    

 

- Quem ameaça não faz: a maioria não se suicida sem aviso, dizem sua intenção antes do ato, mesmo que em tom de brincadeira. Temos que levar a sério!

 

- Suicidas não buscam ajuda: buscam sim. Pessoas se matam no desespero, achando que não tem outra opção para acabar com a dor.

 

- Quem planeja se matar quer se matar: ninguém quer acabar com a própria vida, mas sim com a dor e sofrimento que fazem com que estes pensamentos surjam. Não é por não mais querê-la.

 

- Sobreviventes estão a salvo: muito pelo contrário. As chances de alguém tentar o ato novamente são ainda maiores. Temos que prestar muita atenção durante a recuperação do paciente.

 

- Bom humor significa desistência: caso a pessoa melhore de humor repentinamente pode ser um sinal de que ela tomou a decisão de acabar com a própria vida. Na mente dela, o conflito está resolvido, o que lhe dá alívio. Importante buscar ajuda.

 

A maioria dos suicídios pode ser evitada e o diálogo é a principal arma para isso. Se você ou alguém que você conhece possui pensamentos suicidas, fale! Peça ajuda!

 

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